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36 | MIRZA Lauchand: a música negra em Portugal e o gospel inclusivo

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Vivemos o início de uma real globalização da música. Os gêneros que eram exclusivos ou segregados agora são explorados por todos. A música que era tida como “negra” tem atingido mais pessoas de todas as raças. A música “gospel” tem deixado de ser propriedade de católicos e protestantes conservadores e passado a ser apropriada por pessoas de todas as crenças, identidades de gênero e sexualidade. Porém isso ainda não significa que há mais aberturas para negros na nas gravadoras e na mídia, ou para LGBTs no meio gospel.

Conversamos com o MIRZA Lauchand sobre sua trajetória e sua relação com o R&B, o gospel inclusivo e a música africana em Portugal.

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25 | Sobre Ser Artista (Negro e Gay) Independente na Pandemia, com JÔ e Caio Godard/Velma Real.

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A pandemia acelerou profundas transformações para a indústria cultural. Artistas independentes, LGBTQI+, negros ou da periferia que sempre estiveram à margem começam a ganhar voz através das redes sociais e eventos de nicho.  E estes artistas que sempre foram os observadores agora convidam o espectador a considerar sua maneira de ver as coisas, quer o tema escolhido seja impactante como o combate ao conservadorismo político ou tão singular quanto seu próprio senso de identidade.

Conversamos com o incrível cantor e ator Jô, e a drag Velma Real (Caio Godard) sobre os desafios de ser artista queer e independente e o futuro da indústria cultural.

Convidades:


Cantor e compositor.

Instagram: https://www.instagram.com/vemcomjo/
Single “Nosso Tempo”: https://tratore.ffm.to/nossotempo

Apresentador:
Leandro Tavares

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Comentaristas

João Baffa

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Velma Real (Caio Godard)

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Ana Dunlop

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Mariah, 30 anos de vocais. Da turnê Music Box às lives na quarentena.Com Velma Real e DJ Glauber Monteiro.

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Capaz de viajar 5 oitavas no espaço de uma palavra. Tons nasais, graves pesados, médios fortes e agudos que chegam a um apito: ela é capaz de usar até suas quebras de voz com controle, tornando as performances mais emotivas e orgânicas.  Mesmo quando sua voz chega nos agudos mais altos ela é capaz de articular palavras e cantar dentro do registro por longos períodos de tempo sem fadiga vocal. Essa versatilidade faz com que ela tenha o tipo de voz que ela quiser, dependendo do que é artisticamente solicitado.

Por isso, cada performance ao vivo de Mariah Carey é ansiosamente esperada pelos críticos. Todos esperam nada menos que a perfeição, e por isso ela sempre foi alvo das mais duras críticas na menor falha. Para se preservar, em seus 30 anos de carreira até hoje realizou apenas 7 turnês mundiais. E suas performances em premiações e programas de TV só acontecem em período de divulgação de discos.

Da turnê de Music Box às lives durante a quarentena, quais as melhores performances vocais da Mariah Carey? O que faz dela uma das melhores vocalistas da história da indústria musical? O que mudou na voz aos 50 anos de idade, depois de 30 anos de carreira? Em que momentos recorre ao lip-sync? É o tema do nosso bate-papo de hoje!

Convidades:

Velma Real
Rainha da Cinelândia 2018, cantora drag queen, diva dos musicais, a Mariah Carey das drags. 

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DJ Glauber Monteiro
Administrador e lamb de raiz.

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Apresentador:
Leandro Tavares

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Mariah Carey, 30 anos de carreira. De Vision of Love a Caution. Com Roberto Melo, Carmen Ferreira e Leandro Tavares.

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Em 12 de Junho de 1990 o mundo conhecia uma cantora com uma das vozes mais poderosas que a indústria já ouviu, com 5 oitavas registrada no Guiness, dominando as notas mais graves e mais agudas. E uma aparência diferente, nem negra, nem branca, nem latina, nem caucasiana. E por trás, uma estrutura de uma indústria pronta para manipular sua imagem e torná-la uma robot-diva romântica e genérica que agradasse todos os públicos. Mas a garota insegura, de origem humilde e sem apoio familiar tinha uma força dentro de si e uma identidade indomável. Desde cedo se posicionou em cantar apenas suas próprias composições e ser detentora de todos os direitos autorais. E quando viu sua liberdade tirada, quebrou seu casulo, abriu suas asas e voou. Abraçou suas raízes negras e latinas, sua sensualidade, as letras mais ousadas, e começou a trazer o gueto para o cenário pop com rappers e profissionais do hip-hop. Sobreviveu a abusos, boicotes, depressão, bipolaridade, abortos, traições, e a cada queda voltou mais forte. Assim tornou-se a maior influência para todas as cantoras femininas do pop pós anos 90. 19 #1’s, a única artista a ter #1’s em 4 décadas diferentes, e 16 álbuns que a colocam como a segunda mulher que mais vendeu discos em todo o mundo.Pegue seu espumante, deite numa chese e venha ouvir nossa conversa sobre a discografia desta diva.

Ladies and Gentlemen, this is Mariah Carey.

Convidades:

Carmen Ferrira
Criadora do Podcast “Ninguém me Avisou”. Lamb número 35.

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Roberto Melo
Administrador e lamb de raiz.

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Apresentador:
Leandro Tavares

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19 | Polarização, Julgamento e Ódio numa sociedade dividida. Com Nayara de Deus, Izabel Nuñes, Mariana Buarque e Leandro Tavares.

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Uma das tendências que vemos crescer nos últimos anos é o retorno da polarização política extrema e das tensões sociais que não estavam tão acentuadas desde a Segunda Guerra Mundial. Depois de décadas que aparentemente o mundo estava a tornar-se mais integrado e a população mais humana, educada e tolerante, começamos a viver o revés disso. As polarizações extremas acontecem em todos os lados: na política, nas sociedades, na religião, no Big Brother Brasil… E, como conseqüência, vemos uma reação populista extrema e um retorno ao tribalismo, racismo, misoginia, homofobia, transfobia, xenofobia, e conflitos cheios de ódio e julgamento.

É possível ainda haver diálogo entre dois lados tão extremos? É possível não julgar o outro? Como a cultura pop tem se desenvolvido (e se transformado) nesta polarização?

Apresentador:
Leandro Tavares

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Convidadas:

Nayara de Deus:
Graduada em Jornalismo, repórter, apresentadora e cantora. Ativista pela democracia e pela luta anti racista.

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Izabel Nuñez:
Doutora em Antropologia (UFF), advogada, pesquisadora e professora. Estuda o sistema de justiça (especialmente o criminal), ouve e dança sambas.

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Comentarista

Mariana Buarque
Especialista em branding e análise de tendências, formação em comunicação e tendências.

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17 | O que é Racismo Estrutural? Da escravatura a Marielle Franco. Com Dandara Suburbana, Paulo Bezerra e Leandro Tavares.

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Existe uma força silenciosa que destrói oportunidades e limita o acesso a recursos, melhor educação e bairros seguros para pessoas negras. Os negros no Brasil representam 55% da população, mas 65% dos desempregados e 60% da população carcerária. O salário médio de uma pessoa negra é metade do salário médio de uma pessoa branca. Também são os que menos ganham prémios de cinema e TV, e muitos deles só têm oportunidade de interpretar papéis de criminosos. Porém há cada vez mais vozes de pessoas negras a se destacar em diversos sectores, e como consequência a sofrer retaliações, como Marielle Franco. 

O que de fato é o racismo estrutural? Qual a sua origem e sua consequência na nossa sociedade? 

Conversamos com duas vozes que têm se destacado na luta pela igualdade e a denúncia do racismo no Brasil.

Apresentador:
Leandro Tavares

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Convidades:

Dandara Suburbana:
Historiadora, Escritora, Palestrante, De Xangô.

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Paulo Bezerra:
Historiador, Corredor, Dog lover e fã #1 da Madonna.

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16 | Autenticidade: O FADO BICHA e a arte como expressão pessoal. Com Lila Fadista, João Caçador, João Baffa, e Leandro Tavares.

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A autenticidade é cada vez mais atual. Num mundo de identidades fluidas, e com cada vez mais pessoas a se expressar e se posicionar para se definir, são também mais valorizados os artistas que conseguem produzir uma arte que expresse quem eles são de forma autêntica e pessoal. Como se fosse uma evolução da “arte pela arte”, que se desligou de questões funcionais mas que, além da estética, visa expressar também um posicionamento identitário. 

Conversamos com os Fado Bicha (a Lila Fadista, e o João Caçador) sobre este tema e as suas experiências ao descobrirem suas identidades e a forma como se expressam ao criar e interpretar suas canções no universo conservador do Fado.

Apresentador:
Leandro Tavares

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Comentarista:
João Baffa

Convidades:

Fado Bicha
Lila Fadista na voz e João Caçador na guitarra. Duo que subverte o fado conservador que não abraçava as identidades LGBTQI+.

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09| Empoderamento da Mulher Negra. Com Carmen Ferreira, Fabíola Paulino da Silva, Irina Leite Velho e Leandro Tavares.

Passamos de uma era que pregava a igualdade de direitos para as minorias à uma era que quer de fato expor os preconceitos e racismos através da exaltação de símbolos e objetos culturais que fazem parte da mulher negra. É o empoderamento de pessoas que historicamente sempre foram exploradas, violentadas e mortas. Heroínas, artistas, líderes e pensadoras que foram apagadas da história e negligenciadas pela sociedade. Mas porque este empoderamento é apenas o primeiro passo? Que espaços a mulher negra ainda não consegue entrar? Que histórias precisam ser contadas e que dados ainda precisam ser mostrados? Que novas formas o racismo tem assumido hoje e pode assumir no futuro? Como lutar por mudanças?

Apresentador:
Leandro Tavares

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Convidadas:

Irina Leite Velho
Portuguesa, Produtora e bailarina, com especialidade no estilo afro-fusão em Lisboa (PT). Criadora do Afro Dance Workout.

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Carmen Ferreira
Estudante angolana-luso de Serviço Social, Wander e agora podcaster.

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Fabíola Paulino da Silva
Brasileira, Mestre em Sociologia, com vasta atuação no setor público em Minas Gerais (BR) trabalhando com desenvolvimento agrário e desigualdades sociais.

ONDE OUVIR?

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